Esig 2008 e OSGeo Portugal

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Esig 2008 e OSGeo Portugal

Fred Lehodey
Caros,
o Esig 2008 foi, na minha opinião, um evento chave:
- tantas apresentações a falar, directamente ou não, de trabalhos baseados na utilização de software livres. (nomeadamente Postgres/Postgis e gvSIG)
- tanta curiosidade/interesse da comunidade em relação aos software livres, nas conversas a volta do café.
- a apresentação "formal" do Capítulo Local Português na OSGeo e das pessoas já envolvidas nesta iniciativa.
 
Apostei, no âmbito do Algarve Digital,  há quase 3 anos, no desenvolvimento de uma plataforma websig baseada em software livre.
Naquela altura, não foi assim muito fácil de convencer "os decisores"... hoje que fechou a torneira,  eles agradecem.
A ideia: em vez de buscar (longe) soluções caras e dificilmente sustentáveis, desenvolvemos internamente, apostando na pessoas e nomeadamente
no nosso consultor (local) nesta área, o Ricardo Sena de Albufeira.
A solução http://geo.algarvedigital.pt  (mapserver, Postgres) teve e tem um sucesso inesperado dando bastante visibilidade ao nosso projecto.
Hoje temos capacidade de ir mais longe e já estamos a avançar na disponibilização de mapas interactivos para 14 autarquias do Algarve com o objectivo de
disponibilizar online os PMOTs (Lei 56/207).
Como ? Partilhando a plataforma websig e aproveitando a infraestrutura (data center) do Algarve Digital.
Vantagens: zero custo de manutenção de software, integração ao nível regional, economia de escala brutal, qualidade,etc...
 
Como é claro, iremos apoiar ao máximo a iniciativa OSGeo Portugal.
Temos a certeza que um elemento chave é a formação.
Mostrar que é possível e FÁCIL de poupar licenças/manutenções usando, por exemplo um gvSIG ou um Kosmo.
Quantos são, nas entidades, a pagar caro para simplesmente abrir um mapa, fazer um zoom ou editar um shapefile ????
Uma pequena formação básica de 1 ou 2 dias abria os olhos à muitos.
 
Enfim, acredito que não podemos cair num fanatismo primário 'Open Source'.
Existe (também ;-) produtos comerciais de qualidade indispensáveis em alguns casos e processos.
Mostrar, numa primeira fase, as vantagens do software livre como um complemento já seria muito positivo.
 
 Cumprimentos, Fred.
 

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