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Converter um NDVI em shp file/Agradecimento

José Carlos Santos
Mto boa tarde.

Quero agradecer a dois amigos por me terem ajudado a
resolver esta questão.
Peço imensa desculpa mas de momento não me lembro dos nomes.
Tenho mta dificuldade em fixar nomes.
Está resolvida e o meu mto obrigado.
Um abraço,

JCS


No dia 2 de dezembro de 2016 às 19:19, <[hidden email]> escreveu:
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   1. Re: Declives de caminhos rurais (Joana Mendes)


----------------------------------------------------------------------

Message: 1
Date: Fri, 2 Dec 2016 19:19:47 +0000
From: Joana Mendes <[hidden email]>
To: QGIS PT - lista de utilizadores QGIS, em português.
        <[hidden email]>
Subject: Re: [QGIS-pt] Declives de caminhos rurais
Message-ID:
        <[hidden email]>
Content-Type: text/plain; charset="utf-8"

Obrigada Nelson, dei uma vista de olhos, mas o meu problema é simples:
falta de tempo (tenho poucas semanas para apresentar o trabalho com que me
comprometi julgando, talvez ingénuamente, que esta questão dos declives de
caminhos já estaria mais que resolvida), 2600 km de caminhos divididos em 4
mil e tal troços!
Sem uma qualquer ferramente que me automatize completamente esta tarefa,
não me safo!
Joana

No dia 2 de dezembro de 2016 às 06:45, Nelson Silva <[hidden email]>
escreveu:

> Olá Joana,
>
> Deparei-me com o post abaixo. Vi só na diagonal, mas parece que aborda
> aquilo que pretende.
>
> http://themagiscian.com/2016/11/28/dem-slope-calculations-
> bicycle-routing-postgis/
>
>
> Espero que ajude alguma coisa.
>
>
> Bom trabalho
>
> Nelson silva
>
> Enviado do meu iPhone
>
> No dia 01/12/2016, às 23:14, Joana Mendes <[hidden email]>
> escreveu:
>
> Caríssimos,
>
> Depois de muito navegar pela Internet, de ter lido com a máxima atenção os
> vossos posts, concluo (por agora) que:
>
> 1 - calcular declives de caminhos tem mesmo muito que se lhe diga
> (conforme diz Alexandre);
> 2 - o MDT (ou melhor, a sua qualidade) tem um papel fulcral neste
> processo; utilizar um raster de declives (slope grid) é mesmo para esquecer!
> 3- ainda não consegui atinar com o processo sugerido por André; mas o meu
> problema continua a ser o de ter 2600 km, distribuídos por 4763 troços, é
> uma missão (quase) impossível! Só mesmo um processo automatizado consegue
> dar conta do recado.
>
> Continuarei a procurar activamente pela Internet, e fico (ansiosamente) à
> espera de uma boa ideia para isto!
>
> Obrigadíssima de qualquer maneira
> Joana
>
> No dia 30 de novembro de 2016 às 07:50, Joana Mendes <
> [hidden email]> escreveu:
>
>> Muito obrigada pelas respostas. Estou a estudá-las e voltarei ao contacto
>> em breve. Joana
>>
>> No dia 29 de novembro de 2016 às 09:37, Pedro Venâncio <
>> [hidden email]> escreveu:
>>
>>> Por acaso lembrei-me hoje de manhã do teu plugin Alexandre! De facto
>>> existem diversas formas de chegar a uma solução.
>>>
>>> O único [e principal] problema são os dados de que se dispõe para
>>> aplicar essas técnicas. Há uns meses tive de calcular o declive de uma
>>> estrada com precisão e em muito pouco tempo. Até tinha um conjunto bastante
>>> bom de pontos naquela zona, mas mesmo assim não correu bem (tinha declives
>>> de mais de 80%), porque os pontos representavam a cota do terreno, que era
>>> extremamente acidentado, e o perfil da estrada ficou totalmente "diluído"
>>> na interpolação para o cálculo do MDT. A solução, nessa ocasião, passou
>>> mesmo por usar apenas os pontos que tinha na estrada e fazer os cálculos do
>>> declive com a diferença de cota, numa folha de cálculo. Mais tarde melhorei
>>> a precisão, fazendo o levantamento do eixo da estrada com GNSS, com
>>> pós-processamento.
>>>
>>> Quando a grande precisão não é um requisito fundamental, como por
>>> exemplo na preparação de provas desportivas, o que faço é o que descrevi no
>>> email anterior.
>>>
>>> Cumprimentos,
>>> Pedro Venâncio
>>>
>>>
>>>
>>> No dia 29 de novembro de 2016 às 08:17, Alexandre Neto <
>>> [hidden email]> escreveu:
>>>
>>>> O problema dos declives em caminhos(ou em quaisquer outras linhas) tem
>>>> muito que se lhe diga, porque a maior parte das vezes o caminho não toma a
>>>> direcção do declive máximo (que é o que obtemos da ferramenta slope), mas
>>>> até o de menor declive com caminhos de vão ao longo da colina.
>>>>
>>>> A meu ver, o procedimento a adoptar é parecido com o que o André
>>>> descreveu, mas em vez de se usar o plugin sample points para obter declives
>>>> de um raster, deve obter -se alturas. E depois pode-se fazer o cálculo dos
>>>> declives usando a diferença de elevação e as coordenadas X e Y de de cada
>>>> vértice consecutivo.
>>>>
>>>> Todo o processo pode ser feito usando um pequeno script em Python. O
>>>> código do plugin walking time, quase faz o que precisas. Era uma questão de
>>>> o alterar ligeiramente. Para recolher a informação necessária. (Até era
>>>> capaz de dar um plugin útil)
>>>>
>>>> Alexandre Neto
>>>>
>>>> A ter, 29/11/2016, 07:55, Andre Mano <[hidden email]> escreveu:
>>>>
>>>>> O problema que descreves parece ser simples mas a execucao nao e assim
>>>>> tao simples, mas e possivel. Uma outra alternativa seria algo do genero:
>>>>>
>>>>> 1 - extrair os vertices de cada um dos caminhos como pontos e agrupar
>>>>> esses pontos segundo o caminho a que pertencem. Precisas de dois passos
>>>>> para isso:
>>>>>
>>>>>               a) - *Vector > Geometry Tools > Extract Nodes *(obter
>>>>> os vertices das linhas)
>>>>>
>>>>> *              b) - Vector > Data Management Tools > Join by location *(adicionar
>>>>> a tabela de atrubutos dos vertices ao nome/id de onde provem cada um dos
>>>>> vertices)
>>>>>
>>>>> 2 - *Vector > Geometry Tools > Add geometry columns *para adicionar
>>>>> as coordenadas X e Y de cada um destes pontos
>>>>>
>>>>> 3 - Utilizar o plugin *Point Sampling Tool* para extrarir os valores
>>>>> de declive do raster
>>>>>
>>>>> Agora tens todos os dados que necessitas na tabela de atributos.
>>>>> Apenas tens que filtrar/usar field calculator os resultados para obter o
>>>>> que precisas (declives médio, máximo e a localização do declive
>>>>> máximo). Talvez mais facil trabalhar esta informacao no Open Office Calc,
>>>>> Excell ou algo do genero e depois adicionar a tabela resultante ao QGIS.
>>>>>
>>>>> A partir destes dados, podes agora produzir uma tabela com a
>>>>> informacao necessaria (que devera ser uma tabela com 5 atributos - nome/id
>>>>> do caminho | declives médio | máximo | coodenada X do declive máximo
>>>>> | coordenada Y do declive maximo|
>>>>>
>>>>> Resta um ultimo passo:
>>>>>
>>>>> 4 - Fazer um Join by attributes em que a condicao do join e o id/nome
>>>>> da linha, que em principio sera coincidente tanto para o layer original dos
>>>>> caminhos, como na tabela que contem a nova informacao.
>>>>>
>>>>> E claro que todo este procedimento parte do principio que o raster de
>>>>> declives tem qualidade suficiente, o que podera ser um problema, como disso
>>>>> o Pedro.
>>>>>
>>>>> Espero que ajude,
>>>>>
>>>>> Andre Mano
>>>>>
>>>>> 2016-11-29 2:02 GMT+01:00 Pedro Venâncio <[hidden email]>:
>>>>>
>>>>> Boa noite Joana Mendes,
>>>>>
>>>>> Os procedimentos para calcular os declives e associá-los à tabela de
>>>>> atributos das linhas são relativamente simples. Uma das possibilidades
>>>>> seria calcular os declives, converter o resultado para vetor e fazer um
>>>>> intersect com os caminhos.
>>>>>
>>>>> O problema está, a meu ver, na resolução do MDT. A menos que seja uma
>>>>> área muito plana e homogénea, e o MDT tenha elevadíssima resolução, ou
>>>>> dificilmente conseguirá chegar aos declives dos caminhos com uma precisão
>>>>> aceitável. Se um caminho tiver 4 / 5 metros de largura, seria necessário um
>>>>> MDT de grande resolução espacial e grande precisão altimétrica para
>>>>> refletir corretamente esse lineamento. Só com um levantamento do tipo
>>>>> LiDAR.
>>>>>
>>>>> O que poderá fazer é o levantamento dos caminhos com GPS/GNSS em modo
>>>>> cinemático, RTK ou pós-processado, usando as estações das redes RENEP /
>>>>> SERVIR.
>>>>>
>>>>> Cumprimentos,
>>>>> Pedro Venâncio
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>> No dia 28 de novembro de 2016 às 22:20, Joana Mendes <
>>>>> [hidden email]> escreveu:
>>>>>
>>>>> Date: Mon, 28 Nov 2016 20:40:18 +0000
>>>>> Subject: Declives de caminhos rurais
>>>>> Bom dia a todos!
>>>>>
>>>>> Trabalho com o QGIS há cerca de 1 ano, e preciso de calcular e colocar
>>>>> na tabela de atributos os declives médio, máximo e a localização do declive
>>>>> máximo, de cada troço de uma rede de caminhos rurais, quase todos em terra
>>>>> batida, num total de 2639 km !
>>>>>
>>>>> Tentei fazer isto através de um raster de elevação (modelo digital do
>>>>> terreno), mas os resultados foram contraditórios com a realidade num número
>>>>> de casos muito elevado, o que inviabiliza este método.
>>>>>
>>>>> Calcular estes valores troço a troço daria para um exército de
>>>>> utilizadores a trabalhar durante muitas semanas.
>>>>>
>>>>> Alguém me pode indicar se existe algum método, seja um plugin ou outro
>>>>> método qualquer para calcular estes valores de forma automática?
>>>>>
>>>>> Muito grata pela ajuda,
>>>>> Joana
>>>>>
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End of QGIS-pt Digest, Vol 33, Issue 5
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